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segunda-feira, 3 de maio de 2010

Análise Detalhada do Primeiro Trailer de Call of Duty: Black Ops

Confiram uma análise detalhada por profissionais em cima do primeiro trailer do novo Call of Duty

domingo, 25 de abril de 2010

Análise: Guitar Hero 5

Guitar Hero 5" segue o mesmo estilo que fez sua fama e aposta em uma série de melhorias para agradar os fãs de longa data, mas também ousa ao abrir as portas para novos estilos e maior acessibilidade para tentar atrair novos jogadores. Porém, não é exagero dizer que Guitar Hero 5 é o melhor game da franquia musical da Activision. É a mais pura amostra de evolução em uma franquia. Tudo que deu certo nas outras versões está presente e melhorado e muitos elementos que atrapalhavam foram removidos. Não teve corpo mole por parte da Neversoft e as animações de todos os personagens estão ótimas. Expressões faciais, movimentação no palco, jogo de câmeras, tudo foi bem lapidado e está em sua melhor forma.

Continuando o que a série iniciou em World Tour, você pode escolher entre guitarra, baixo, bateria e vocal para tocar nas músicas. E se você e seus amigos brigam para ver quem vai ser o guitarrista, GH5 salvará as suas amizades. É possível repetir instrumentos, então você e seus três amigos podem todos tocar guitarra, ou dois vocalistas e dois bateristas, ou até três baixistas e um guitarrista. A configuração só depende de quantos instrumentos você tem. Todas as combinações são possíveis. Na jogabilidade, a mecânica de jogo é a mesma que você já conhece e uma agradável mudança é que os abomináveis acordes de três notas estão reservados para o modo Expert, ao contrário de versões anteriores, que já traziam o trio no modo Hard.

O modo de carreira ficou bem mais robusto e diversificado, permitindo que os usuários façam escolhas de canções entre uma lista para completar seus objetivos e habilitar novos cenários. O modo de customização de personagens e instrumentos também é bastante completo, ampliado pelos itens extras que são disponibilizados com o cumprimento de tarefas específicas de cada música. Online as coisas ficam ainda mais animadas, contando com o modo cooperativo e várias modalidades competitivas para acirrar a disputa entre os jogadores, com duelos de instrumentos nos Face Offs e outros mais criativos, como um que permite uma quantidade limitada de erros.
O modo multiplayer é outro ponto forte. Se GH5 consegue prender o jogador sozinho por horas, quando a diversão é compartilhada com amigos, fica ainda melhor. Para quem quer só tocar uma música sem comprometimento, há o Party Play. Nesse modo, o game escolhe uma música aleatoriamente, você escolhe o instrumento e começa a tocar. Outros jogadores podem entrar na partida a qualquer momento. Mas se você quer um desafio mais técnico, há diversas modalidades de competição multiplayer, cada uma com regras específicas.

O capricho é ainda mais evidente na apresentação. Os gráficos são consideravelmente mais detalhados, com efeitos de câmera dramáticos e muitas surpresas espalhadas pelos cenários. Os músicos agora têm movimentos muito mais realistas e a sincronia labial é muito próxima do real, ainda que alguns modelos apareçam estranhos, especialmente o de Cobain.

E o veredito é:

Mesmo coom os jogos musicais perdendo fôlego, "Guitar Hero 5" é mais um ótimo produto da lucrativa e influente franquia musical da Activision e melhor acabado entre os últimos títulos da série. Há muitas novidades e refinamentos da fórmula que farão muita alegria aos fãs, principalmente na maior versatilidade em explorar o conteúdo, a interface mais enxuta e visuais mais caprichados.


Gráficos: 8,0
Jogabilidade: 9,0
Som: 9,5
Diversão: 10,0
Repaly: 9,5

Média: 9,2

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Análise: Bayonetta

Um grande game! Era essa a premissa de Bayonetta. Mas será que o game fez jus a tanto alarde sobre o game? A resposta é simples: SIM! "Bayonetta" é o novo game de Hideki Kamiya. De certa maneira, o lançamento é uma evolução de seu maior sucesso na antiga empresa, "Devil May Cry", com elementos remodelados e aperfeiçoados! Bayonetta é uma bruxa (muito sensual por sinal) que se envolve em uma trama maluca sobre uma guerra celestial em uma cidade fictícia da Europa e utiliza maneiras bastante doidas para destruir inimigos.
Sua roupa, por exemplo, tem a tendência de se desfazer durante os combates e deixá-la nua, já que o tecido é criado em tempo real por seu próprio cabelo, que também pode se transformar em punhos gigantes, monstros gigantes e outras formas de grande utilidade. Ela também conta com dois pares de pistolas. Duas destas armas ficam acopladas aos saltos de suas botas, para combos acrobáticos em que disparos se mesclam com socos, chutes e piruetas.

Os outros itens e acessórios que surgem são igualmente estranhos - imagine abrir uma porta com uma chave gigante ou enfrentar anjos com um trombone - e criam uma surpresa atrás da outra. Aliás, surpresas é o que não faltam no game.
Por beber da msm água de Devil May Cry, os comandos já não são nenhuma surpresa e respondem com facilidade!O clima de insanidade é com certeza um de seus maiores trunfos; porém o jogo peca em se tornar muito repetitivo certas horas em inimigos mais faceis. Já com os grandiosos "Chefes" a coisa muda de figura.
Graficamente, o jogo não é o mais lindo da categoria, mas cumpre bem seu papel primcipalmente em relação aos personagens (entenda-se as belas curvas de Bayonetta) com modelos detalhados e apresentam degradação de acordo com os ataques sofridos e os cenários apresentam partes destrutíveis, entre outras minúcias. A animação é de primeira, com movimentos bizarros e piruetas bastante reveladoras por parte da protagonista.

O áudio é igualmente adequado e conta não só com uma dublagem de primeira em inglês, mas com uma trilha sofisticada que consegue pontuar bem todos os momentos da narrativa. Há espaço até para incluir um remix de "Fly Me to the Moon", canção dos anos 1950 imortalizada por nomes como Johnny Mathis e Frank Sinatra e que também já fez parte da trilha do popularíssimo animê "Neon Genesis Evangelion".


E o veredito é:

Com ação frenética, mas com inimigos e ocasiões um pouco repetitivas, Bayonetta assumi o legado deixado por Devil May Cry. A história é maluca, seus personagens são excêntricos e todo tipo bizarrice acontece para deixar o jogador saltando do sofá. altamente indicado para quem gosta de jogos de ação!

Gráficos: 8,5
Jogabilidade: 9,0
Som: 9,0
Enredo: 8,0
Diversão: 9,0
Replay: 8,0

Média: 8,5

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Análise: Guitar Hero World Tour

Apesar de Guitar Hero estar em outra versão, resolvi escolher World Tour por ser a versão com as músicas que mais conheço! Em "Guitar Hero World Tour", o guitarrista deixa de ser a estrela e dá espaço para outros músicos. Como em "Rock Band", até quatro jogadores podem participar ao mesmo tempo: o pacote completo acompanha um microfone, uma bateria e uma guitarra. Uma segunda guitarra pode ser acoplada para o baixo e, ao contrário de "Rock Band", obrigatoriamente a banda tem de ter um baixista e um guitarrista. Não é possível dois jogadores escolherem a guitarra. Porém no modo multiplayer, há a possibilidade de fazer duelos com 2 guitarras. Nesta análise, não foi possível testar os outros instrumentos.

Com amigos ou sozinho, é no modo carreira que o jogador irá abrir as músicas do Coldplay, Lenny Kravitz, Michael Jackson, The Eagles, Wings, Paramore, Jimi Hendrix e de muitos outros cantores e bandas. As músicas são agrupadas em shows, que passam por várias cidades e países. No entanto, a estrutura é rígida demais quando comparada a de "Rock Band".

Há pouco espaço para escolher ordem - toca-se três ou mais músicas em seqüência e o bis - e faixas compradas na loja virtual integram-se superficialmente ao repertório. Uma vez guitara, assim o será até o final da turnê. Ou seja, não é permitido trocar de instrumento no meio do modo carreira. "World Tour" sai na frente ao oferecer liberdade de criação. Jogador pode criar uma guitarra praticamente na prancheta, começando pelo formato, cores, detalhes e adesivos. Também pode dar um toque especial à bateria e até ao microfone.

A jogabilidade não deixa a desejar e segue o padrão dos outros jogos. Gráficos nunca foi o forte de jogos musicais, mas não se pode acusar "Guitar Hero World Tour" de negligência. A sincronia da boca dos personagens com a música está melhor e as animações e cenários são simpáticos. Há também personagens inspirados em astros verdadeiros como Jimi Hendrix, Sting e Billy Corgan, que sobem ao palco para cantar com você. No entanto, é bizarro ver Ozzy Osbourne cantando "La Bamba" com a voz de Ritchie Valleys. Às vezes, o jogo também comete a gafe de manter um cantor masculino em uma música de vocal feminino.
Na parte sonora, é totalmente indicado o modo Dolby 5.1! Quem tem um HOME em casa, sabe do que estou falando!!

E o veredito é:

Apalavra chave aqui é diversão! Chame os amigos para duelos, ou mesmo no modo carreira, World Tour diverte por muito tempo! Igualdades com Rock Band aparte, esta versão o faz se sentir um mestre na arte da música...pelo menos no x360!!!

Gráficos: 7,0
Jogabilidade: 9,0
Som: 9,0
Diversão: 9,0
Replay: 8,0

Média: 8,4

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Análise: The Darkness

Confesso que os bons jogos em primeira pessoa nos video-games, resumem-se aos jogos de guerra. Porém The Darkness é uma ótima pedida para quem quiser escapar da mesmice! A ação começa com uma perseguição dentro de um túnel, numa seqüência de tirar o fôlego. A sensação é a de participar de um filme, graças à "atuação" convincente dos personagens e à trilha sonora e visual impecáveis.

Após sobreviver, Jackie segue sozinho pelas ruas, onde seu corpo será possuído por poderes sombrios. A partir de então, ele é capaz de ouvir uma voz demoníaca, que aos poucos vai revelando quem ele realmente é. Jackie possue vários poderes...contando até mesmo com um buraco negro que suga tudo ao seu redor. Conta também com a ajuda dos Darklings: pequenas criaturas que o auxiliam durante o jogo.

Os gráficos são condizentes com a nova geração de consoles. Se não chegam a ser excepcionais, ao menos os pequenos detalhes não foram esquecidos e enriquecem o trabalho, seja na fumaça saindo da arma após uma rajada de tiros ou na visão do personagem no espelho com seus tentáculos. Sombras e efeitos de luz também ajudam a aumentar o clima de suspense e de terror ao jogo. A trilha sonora acompanha o ritmo sombrio e, inclusive, a ação. Envolva-se em um tiroteio e a música se tornará mais agitada. Ah! Tem um detalhe...as vozes do inferno são do vocalista da banda Faith no More, Mike Patton. A jogabilidade é simples e segue os moldes de qualquer jogo em primeira pessoa sem grandes novidades, mas com uma precisão que não é vista com frequência.

Apesar de a história seguir um roteiro linear, o jogador é livre para explorar. Passará por ruas e becos escuros, andará de metrô para acessar diferentes pontos da cidade, invadirá prédios e, inclusive, visitará outras dimensões. Ou seja, espere por grandes surpresas.

E o veredito é:

Um jogo que chama a atenção , mesmo não sendo uma super produção. The Darkness é uma das melhores opções para os amantes de jogos em primeira pessoa que desejam algo além de guerra. O visual impressiona pelos detalhes gráficos e o clima de suspense
está sempre presente no ar. A interatividade com os objetos e pessoas pelas fases chama a atenção, com uma trilha sonora que acompanha o gênero do jogo e efeitos sonoros com nomes de respeito.

Gráficos: 8,5
Jogabilidade: 9,0
Som: 9,0
Enredo: 8,0
Diversão: 9,0
Replay: 8,0

Média: 8,5

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Análise: Forza Motorsport 3

Ter um lugar ao sol em relação a jogos de corrida, é algo extremamente dificil hoje em dia. Nessa categoria, raramente encontramos jogos divertidos e que agradam a todo tipo de jogador. Forza 3 consegue isso e tudo mais. O game vem em dois discos, um para o jogo em si e o segundo para instalação de conteúdo. São 400 carros de cinqüenta fabricantes e 100 variações de pistas para competição. No aspecto gráfico, o jogo é perfeito. De acordo com a Turn 10, cada carro de "Forza 3" possui dez vezes mais polígonos do que os modelos do jogo anterior.

Não surpreenda-se de repente você se da conta que parou de jogar para vislumbrar os gráficos! O maior mérito de "Forza Motorsport 3" está na acessibilidade. Há várias assistências que podem ser ligadas pelo jogador, além do nível de dificuldade ajustável a qualquer momento. Com todas as assistências ativas, até uma criança se diverte vencendo corridas em "Forza 3". O jogador é encorajado a aumentar o nível de desafio, conforme se acostuma aos controles e adquire confiança em suas habilidades.

A física é um aspecto importante do jogo e todas as fórmulas e técnicas utilizadas para calcular e reproduzir o atrito, a aceleração, a aderência dos pneus e a aerodinâmica resultam em uma sensação de realismo impressionante. Cada veículo se comporta de forma diferente e os ajustes feitos pelo jogador são sentidos na prática e não apenas em números na tela de seleção. Tudo isso resultando em uma jogabilidade quase perfeita, raramente visto em jogos do gênero.Na parte sonora, o ponto positivo fica para o som dos motores: perfeito! Porém as músicas durante as corridas nem chegam a ser percebidas...mero detalhe!

O modo Season foi reformulado e agora as provas são distribuídas em um calendário, com a principal competição do ano intercalada com eventos menores de outras categorias. Os elementos de progressão pessoal, em que tanto o jogador quanto seus veículos adquirem experiência conforme ele ganha corridas, continuam presentes.

E o veredito é:

Verdadeiramente é "O" jogo de corrida, que agrada a gregos e troianos. De qualidade extremamente exuberante, Forza 3 marca o ano do x360, como um dos (senão o melhor) melhores jogos na categoria. Totalmente recomendado!


Gráficos: 10,0
Jogabilidade: 9,5
Som: 9,0
Diversão: 10,0
Replay: 8,5

Média: 9,5

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Análise - Dragon Ball: Raging Blast

Mais uma vez, sou suspeito para fazer a análise de um jogo! E esse novo DB, não vai ser diferente, pois sou fanático por DB de carteirinha! Jogos de DB encontramos vários por ai. Jogos bons? Muitos ja tentaram...poucos conseguiram! A franquia "Dragon Ball", criada pelo artista Akira Toriyama, já tem mais de 25 anos e ainda goza de incrível popularidade em todos os cantos do planeta. Dragon Ball: Raging Blast é um jogo para fã! Um jogo para quem conhece toda a história, transformações e afins. No modo principal, o Dragon Battle Collection, é possível escolher quais fases encarar, sem ordem específica, ou até mesmo se aventurar por histórias em universos paralelos, que alteram os eventos da mitologia oficial. Depois de explorar toda a cronologia de "Dragon Ball" ainda há muito a fazer. Modos extras é o que não faltam no pacote, como o obrigatório Versus para partidas entre amigos, um Tournament para até 16 participantes e um treinamento.

No meio disso ainda há o Trial, que coloca objetivos específicos como nocautes em tempo limitado para forçar as habilidades do jogador, e o modo online, que permite a customização dos heróis e vilões com vários itens. Nada muito original, mas em volume suficiente para deixar qualquer fã satisfeito. Graficamente falando, o jogo não faz feio. De uma modo especial os personagens muito bem detalhados. Porém, como nada é perfeito, os cenários são simplórios, com pouca vida ou até mesmo com partes que são destruidas durantes os cenários. Quem jogou Budokkai 3 no ps2, sabe do que estou falando! Os controles respondem bem aos comandos e não tem muitas novidades. No Audio a dublagem americana deixa a desejar, mas por outro lado há a opção de audio em japonês que agrada muito aos mais puristas da serie (altamente recomendado).

Músicas até que são legais, mas acabam enjogando. Bem que poderiam ter adicionado as músicas do seriado. Mas o que irrita mesmo é a camera em determiados mometos: Não há referências visuais claras para indicar o posicionamento dos inimigos nas vastas arenas. Como a velocidade da ação é alta, dá para perder a noção do que está acontecendo facilmente e ser atacado de surpresa. A câmera é uma grande responsável por isso, já que não parece seguir os lutadores de maneira correta - muitas vezes
você fica olhando para o céu vazio ou algum pedaço do cenário sem importância alguma, sem visualizar os personagens.


E o veredito é:

Divertido?? Sim, mas poderia ser melhor! O conteúdo é vasto, com muitos itens e modos extras, mas a campanha principal carece de uma apresentação sofisticada, que valorize todos os eventos mais importantes da saga. O problema crucial, no entanto, reside na mecânica das lutas, com uma câmera frouxa que não consegue acompanhar o ritmo frenético dos combates. Simplesmente, mais um jogo para fã!

Gráficos: 8,5
Jogabilidade: 9,0
Som: 8,0
Diversão: 10,0
Replay: 8,5

Média: 8,8

sábado, 28 de novembro de 2009

Análise: Call of Duty: Modern Warfare 2

Sabe aquela data especial, no qual esperamos anciosos para chegar, e nunca chega esse dia?! E´assim que eu estava sentindo-me em relação ao lançamento de Modern Warfare 2. E dando apoio ao que muitos sites dizem: Esse game é o grande bicho papão do ano! "Call of Duty: Modern Warfare 2" é um fenômeno tão grande que muitos dos concorrentes foram adiados para 2010 com medo de serem atropelados.

Modern Warfare 2 possui vários modos de jogo, e todos eles têm suas qualidades únicas. Seja a campanha, o cooperativo com tela dividida – chamado Special Ops – ou o online, fãs e novatos encontrarão bastante conteúdo e diversão, embora o primeiro seja limitado pela sua própria longevidade. A campanha envolve conflitos em diversas localidades do mundo, onde os jogadores controlam vários agentes distintos, dando continuidade aos eventos do primeiro jogo. Cinco anos depois, e os russos, dessa vez liderados por Nakarov, braço direito de Erhzov, antagonista original, são novamente a maior ameaça, após o líder original ter se tornado um mártir e a organização saído vitoriosa. As missões levarão os jogadores a diversas localidades no mundo como uma base militar debaixo de neve no Casaquistão, uma área deserta do Afeganistão, favelas do Rio de Janeiro, e até a Casa Branca, em Washington D.C., envolvendo uma invasão russa aos EUA. Confesso que os mapas da favela, são bem empolgantes, até mesmo porque há diálogos em português. Lógico, sem aquele vocabulário "pesado" que estamos acostumados a ouvir! Outro momento memorável é a inclusão de um estágio opcional que exibe o massacre de civis em um aeroporto com participação direta do jogador. Ainda que o desfecho seja relevante para o funcionamento do script, a sequência é dirigida com mão pesada, de maneira exploratória, e cria um dos momentos mais marcantes do jogo, sendo visto com despreso por uns...e empolgantes por outros (confesso que eu adorei..rss). Ná verdade há varios momentos marcantes e de muita ação, sendo um prato feito para os fãs do gênero.

Graficamente, Modern Warfare 2 é um dos jogos mais bem produzidos da atualidade. Ele não supera todos os lançamentos deste ano, mas também não fica devendo tanto assim, e tem seus pontos de destaque. O nível de detalhes dos cenários da campanha single é fantástico, apesar de serem curtos e lineares. Somente as cores é que são um pouco lavadas e não muito nítidas - de "vivo" mesmo apenas o vermelho do sangue que respinga na tela quanto somos atingidos. No multiplayer, a qualidade da textura cai visivelmente, mas o desenho nos mapas, inspirados nos cenários do single, foi muito bem elaborado. Coincidência ou não, o que mais nos agradou foi justamente o conjunto de becos da favela do Rio. Se não fosse pelo radar, seria muito fácil se perder. Os típicos casebres de tijolo foram fielmente recriados no jogo, dando uma forma bastante crível ao cenário. Se não fossem pelas bandeiras do Brasil desenhadas ou penduradas em todos os cantos e pelos milicianos de quepe (parecendo mais cubanos do que brasileiros), a ambientação seria perfeita. Levando em conta que a equipe de produção não veio ao Brasil e se usou apenas fotos para criar a fase, podemos dizer que eles fizeram um trabalho fantástico. Sobre a jogabilidade, digamos que está dentro das espectativas, ou seja, perfeita!!!!

No audio, outro show, ressanto de maneira especial para algumas dublagens durante as horas de tensão! Porém, no som ambiente, não é nada que nunca tenhamos visto. No multiplayer "Modern Warfare 2" mostra todo o seu poder. Há duas ramificações: jogar as chamadas Special Ops de maneira cooperativa ou encarar os vários modos competitivos online. As Special Ops são missões avulsas inspiradas em passagens da história, mas sem relação com o roteiro. Um jogador pode jogar sozinho ou contar com a ajuda de um amigo, em partida local ou via rede. A performance da dupla é medida no final de cada estágio e é preciso ganhar medalhas para desbloquear novas fases, o que preserva o interesse na modalidade e cria grande dinamismo nas batalhas.


E o veredito é:

Um jogo não só para fãs, mas sim um jogo obrigaório para fãs de video-game no geral. Mesmo com alguns altos e baixo, Modern Warfare 2 é tudo aquilo que esperáva-mos. O game promove o refinamento de um dos melhores títulos de tiro da geração, sendo totalmente recomendado por qualquer site de games.


Graficos: 9,5
Jogabilidade: 9,5
Som: 9,0
Enredo: 8,0
Diversão: 10,0
Replay: 8,5

Média: 9,0

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Analise: Batman Arkham Asylum

Batman Arkham Asylum, finalmente o herói mascarado ganha uma aventura à sua altura.

O game começa com a escolta do Coringa até a prisão na ilha de Arkham feita pelo homem morcego, desconfiado da facilidade da captura mal sabia Batman o que o Coringa guardava na manga após uma reviravolta na trama eis que começa nosso jogo.

O poder grafico

A primeira impressão que fica é a dos graficos surreais turbinados pela Unreal Engine 3.5, os detalhes dos personagens e cenarios são simplesmente estonteantes, o
clima mórbido de mistério da ilha é um dos fatores positivos do jogo.

Os sons tambem estão fantasticos, voce pode ouvir ecoar a vóz dos vilões pelas caixas de som do presidio e nos outros cenários do jogo.

A movimentação, o modo de luta, os acéssórios do homem morcego são simplesmente barbaros, "detalhe a violencia no jogo está leve rola aquelas pancadarias no maior estilo dos quadrinhos", voce contará com 8 acessórios fundamentais para a exploaração total de Arkham sendo 1 deles o Batarang os outros não vou contar para não estragar a surpresa.

O combate, o modo de luta como ja disse esta barbaro nele voce pode, atacar com combos, contra atacar, esquivar, pegar os inimigos de surpresa, arremessar, montar em cima dos inimigos maiores para atacar os vilões, etc.

A visão de raio X segue o estilo Metroid para procurar paredes frageis e evidencias deixadas para tras por inimigos, serve tambem como um bom auxilio para montar estratégia na hora de derrotar vilões armados.

No jogo aparecem vilões que mais chamam a atenção como Coringa (principal). Harley Quinn (namoradinha do coringa) detalhe a Harley esta muito mas muito linda com um novo visual confeso que aproximei a camera no troféu dela pra tentar ver a bundinha dela. Scarecrow esse é fantastico talves o apice do jogo ele causa alucinações no Batman fazendo os cenários ficarem totalmente perturbadores, nessa parte jogaremos em outra dimesão na mente do homem morcego simplesmente perfeito. Killer Croc tambem da as caras no game um monstrão gigante onde tem um cenário especial pra ele de muita ação. O Charada, claro porque não, ele não chega a aparecer mas podemos resolver seus enigmas e no fim um audio muito divertido falo disso jaja. Poison Ivy ou melhor dizendo Era Venenosa um ponto alto no jogo tambem ela consegue bagunçar muito cenário para a loucura dos exploradores de plantão hahaha.

A exploração dos cenario foi muito bem feita, usando os 8 tipos de acessórios voce tera acesso a 100% dos itens para pegar no jogo, dentre eles, troféus, enigmas do charada para resolver, biografias de personagens, fitas de audio, esculturas do espirito de Arkham, mapas de enigmas (este faz com que os secretos apareçam no mapa através de pontos de interrogação facilitando para os exploradores. Eu mesmo peguei 100% haha) ao pegar tudo um audio supresa bem engraçado do charada indo ver o sol nascer quadrado muito engraçado mesmo.

Os mapas do menu são claros e explicativos não há como se perder, outra perfeição do jogo, detalhe ao passar do jogo a roupa do Batman vai rasgando.

Surpresas de todo lado, muita ação, sistema de upgrade onde voce pode melhorar o homem morcego tanto armadura, combo, batarang, etc.




Desafios: conforme voce vai pegando troféus ao decorrer do game abre a sessão de desafios ou Challenges como preferir, la voce tem uma meta para cumprir com eficiencia para ganhar a pontuação maxima e pegar o melhor premio tambem um ponto fera do jogo. Zere no normal com todos os enigmas resolvidos e libere o Batman de armadura para jogar os desafios.

Gráficos: 10
Jogabilidade: 10
Som: 10
Enredo: 10
Diversão: 10
Replay: 10

Media: 10

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Análise: Sonic Unleashed

Nossa! Dá muita saudade do tempo de criança, sem preocupação, sem contas! Horas e horas gastas jogando meu mega drive com meu Sonic 2. Diverção garantida naquela época!. De lá para cá muitos jogos do porco-espinho azul da sega, foram feitos. Confesso que somente os do Falecido Dreamcast, é que realmente me empolgaram. Contudo, devido as severas críticas do jogos mais atuais, todas as fichas foram apostadas em "Sonic Unleashed", uma prometida volta às raízes, com direito a novo motor gráfico especialmente criado para devolver ao protagonista a ação em alta velocidade que se tornou sua maior característica. O novo jogo é basicamente dividido em dois estilos, as fases do dia e as da noite.

Durante o dia, é prefeito: o bom e velho Sonic que conhecemos e amamos. Fases ultra rápidas divertidas. É uma grande volta ao passado, com um ritmo bastante frenético. Nem sempre você tem muita idéia do que está acontecendo, ou mesmo tem um controle perfeito sobre o personagem, mas há alguma mágica ali, algo reminiscente dos velhos tempos que coloca um sorriso no rosto de qualquer fã das antigas. Porém, quando chega a noite, a coisa muda de figura. Sonic se transforma no tal lobisomem - que não tem muita razão de existir dentro do roteiro; assim ele poderia ter virado um pato, uma pedra ou até o Maguila e não haveria justificativa - e o jogo muda para a ação repetitiva e sem graça. O tal Werehog é um abrutalhado que serve para distribuir pancadas nos inimigos, esticar seus braços como o Sr. Fantástico e falhar miseravelmente quando precisa saltar plataformas. Ainda que óbvia, é uma ótima analogia dizer que realmente é como mudar do dia para a noite.

As fases com o Sonic "verdadeiro" são rápidas, divertidas e desafiadoras; já as do tal lobisomem são arrastadas, aborrecidas e simplesmente frustrantes. Realmente as fazes a noite são chatas, sem atrativos algum!

Sobre o enredo, tudo começa com um belíssimo vídeo introdutório feito em computação gráfica que mostra Sonic avançando pela base do Dr. Eggman - ex-Robotinik, em uma padronização de nomes que agora considera apenas o original japonês - até cair em uma armadilha do vilão. O cientista maluco aprisiona o protagonista em uma máquina que o transforma em lobisomem (?) enquanto desperta uma criatura milenar aprisionada no planeta, rachando os continentes no processo. Sonic, mesmo alterado pela máquina de Eggman, resolve dar um jeito na situação e acaba contando com a ajuda de um ser desmemoriado chamado Chip e de velhos conhecidos como Amy Rose e Tails.

Tudo começa bem, na verdade, com fases do dia que lembram bem os primeiros jogos do herói. São estágios focados na alta velocidade e certos elementos de plataforma, em que você passa voando baixo pelos cenários coletando argolas, quicando sobre inimigos e explorando loopings ou outros obstáculos. Tudo isso combinado com uma boa jogabilidade, o que não pode-se dizer das fazes noturnas!
Graficamente falando, com todo aquele "Oba-oba" formado pelo suposto motor gráfico exlcusivo para o jogo, deixa a desejar em varios aspectos. Apesar de começar bem, com cara de grande produção, não consegue segurar o padrão até o final. Curiosamente as fases rápidas do dia são as melhores, que menos apresentam problemas, enquanto as outras sofrem com alguns picos de lentidão, iluminação com falha. O áudio é bem simpático, em especial a dublagem, ainda que a trilha sonora não conte com nenhum grande tema. É pouco para o maior herói da produtora.

E o veredito é:

Simplismente um jogo mediano. Seria muito melhor que apenas houvesse as fazes diurnas. Os fãs da Sega, sabem muito bem como é isso! O maior ícone da empresa, um dos maiores da indústria, merece ser o astro completo de um grande jogo e não ser figurante em um terço de um título razoável!


Gráficos: 8,0
Jogabilidade: 7,0
Som: 6,0
Enredo: 6,0
Diversão: 5,0
Replay: 4,0

Média: 6,0

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Análise: BlazBlue - Calamity Trigger

Por fazer análise de um jogo de luta 2D, posso ser encarado como suspeito, pois adoro esse tipo de jogo. Ainda mais se ele for um sucessor direto da série "Guilty Gear", já que é produzido pela mesma empresa: a Arc System Works. Quem não espera muito deste jogo vai se surpreender, pois o visual foi muito bem trabalhado e consegue encher os olhos até dos mais críticos. Gráficos realmente maravilhosos! As animações dos personagens são perfeitas, porém simples. E o que marca este jogo com cara de anime é exatamente sua aparente simplicidade. A mecânica é aquela velha e tradicional dinâmica de golpes normais e especiais que podem ser intercalados. Mas isso é mesclado com um inteligente sistema de indicadores e barras de energia diferentes, os quais proporcionam uma boa variedade de golpes.

O resultado de tudo isso? Ação frenética. Os quatro botões frontais do controle são usados como ataques, nomeados como A, B e C na progressão do mais fraco para o mais forte, complementados pelo Drive, um golpe mais poderoso que varia de personagem para personagem. O direcional serve para a movimentação tradicional, saltos e corridas, além da defesa comum. Há também uma defesa especial chamada barrier, que funciona como um campo de força e tem uma barra própria de energia e é acionada ao pressionar os ataques A e B enquanto defende. Há um modo de história bastante robusto para cada um dos 12 personagens jogáveis, com direito a excelentes dublagens em inglês e japonês, que conta uma trama meio sem pé nem cabeça sobre um mundo fantástico ameaçado por magia e monstros.

As músicas se encaixam perfeitamente no ritmo do jogo sendo mais uma coisa em comum com a série "Guilty Gear". A diversão é garantida no multiplayer local ou online. Online, você também pode criar sua própria partida e participar de lutas rankeadas em busca de pontuação para ganhar títulos. Com vários personagens a disposição, o fator replay e diversão estão de alto nível também.

E o veredito é:

Não há possibilidade alguma em não jogar "BlazBlue". Na verdade aqueles que não curtem animações japonesas, podem achar o jogo excêntrico ou confuso demais, mas vale ao menos arriscar um aluguel para conferir um jogo de luta bastante original e bem produzido.
Com suas características de primeira, na minha opnião, é o melhor jogo de luta 2D do x360!

Gráficos: 10,0
Jogabilidade: 9,5
Som: 10,0
Diversão: 9,0
Replay: 8,0

Média: 9,3

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Análise: W.E.T

Galera, sou obrigado a confessar: SEMPRE QUIS JOGAR ALGO PARECIDO COM KILL BILL!!! Tarantino nos games?? Quem sabe um dia! Mas que esse jogo poderia ter saido das mãos dele, isso poderia! Os desenvolvedores do jogo devem ter assistido muito a muitos filmes de ação dos anos 70 e 80 para criar seu jogo de ação em terceira pessoa,pois o clima é o mesmo!
Em alguns previews por aí, muitos comparam a heroína Rubi com Lara Croft. Tirando a beleza e a habilidade com armas, não vejo outras comparações.
Como dito anteriormente, o enredo é fraco que se contenta em imitar os diálogos crus e batidos de filmes B de ação, com pouca inteligência ou bom humor: Primeiramente Rubi é contratada para roubar um coração para ajudar o Pai de um de seus clientes. Mais tarde é esse pai que pede ajuda de Rubi, onde muitas coisas acontecem!

Na jogabilidade, os comandos são simples e respondem bem ao controller e um fator interessante é a câmera lenta: ao atirar o jogo entra em estado de "Slowmotion". Assim como em bons filmes de ação, tais jogos souberam usar o recurso para criar drama e tensão nos combates, em momentos pontuais em que atitudes mais energéticas se mostravam essenciais.
Durante o jogo há alguns trechos chupados diretamente de grandes sucessos do cinema, como uma perseguição de carros que lembra a de "Matrix Reloaded", mas sem o mesmo efeito. Tal seqüência, assim como o recurso que deixa Rubi raivosa e mais violenta, por exemplo, são bons para tirar o jogador do torpor causado pela lentidão da ação, mas não são profundos o suficiente para causar surpresa.
Já os gráficos, tenta simular o aspecto de filme velho, com um uso de filtros que simulam arranhões, poeira e até mesmo uma projeção falha da imagem causada por lâmpada fraca, sendo esse recurso mudavel dentro do menu "opções". Tirando isso, "Wet" revela gráficos pobres e sem graça. Os modelos são bastante genéricos e só a personagem principal parece ter sido criada com mais capricho.
Na parte sonora as coisas melhoram consideravelmente graças a uma trilha variada que sabe explorar os melhores momentos da narrativa, com músicas que relembram fitas de kung-fu, policiais e filmes de suspense da década de 80.

Levando tudo isso em consideração e com poucas novidades o fator "Replay" fica baixo, sendo que a única coisa que salva é a possibilidade de jogar novamente os grandes momentos de ação do jogo.


E o veredito é:

Wet" é um jogo que tenta chamar a atenção pelo uso de várias referências a filmes de ação, de grandes produções até fitas baratas que eram exibidas em cinemas vagabundos durante as décadas de 70 e 80. Muita ação mas sem muita novidade no roteiro, "WET" é um jogo para quem gosta do gênero! Com seus altos e baixos, fica sendo um jogo na média!

Graficos: 6,5
Jogabilidade: 9,5
Som: 9,0
Enredo: 6,0
Diversão: 9,0
Replay: 5,0

Média: 7,5


Site Oficial

domingo, 25 de outubro de 2009

Análise: PROTOTYPE

Imaginem uma mistura de GTA IV e HULK!? Conseguiram? Então, é nesse rolo todo que passa-se o jogo. O protagonista chama-se Alex Mercer. Sem memória, ele acorda na mesa de autópsia do necrotério de um grande laboratório e descobre possuir poderes assustadores. Claro, resolve logo ir atrás dos responsáveis, se enfiando em uma história repleta de personagens sombrios e algumas reviravoltas. Enredo envolvente, somado a força do personagem, resulta em um jogo muito divertido; por ex.: em determinada parte do jogo, Alex tem que invadir uma instalação do exercito, com dezenas de soldados (isso mesmo, dezenas), vários helicopterose tanques de guerra. Literalmente é uma zona total. Dá até para tirar onda e imitar a forma dos inimigos para abordagens mais discretas, ainda que sutileza não seja o forte do jogo. O negócio é causar destruição e mortes a todo o instante, sem o menor remorso.


No fator jogabilidade, os comandos se demonstram perfeitos e bem precisos. Porém como nada é perfeito, a camera atrapalha um pouco quando há muitos inimigos na tela e a ação está correndo solta. Não estranhe se você morrer algumas vezes e nem percebeu o que aconteceu.

Graficamente falando, Prototype não é a melhor produção do X360, porém também não é das piores. Mesmo com o design pouco exuberante, a produção é de grande porte. As cenas de animação que contam a história são de primeira, montadas de forma cinematográfica. O áudio também impressiona, com suporte a som DTS que causa grande impacto em bons sistemas de home theater, principalmente nas explosões.

Na parte sonora, impressiona, com suporte a som DTS que causa grande impacto em bons sistemas de home theater, principalmente nas explosões. Só a dublagem parece pouco tosca...mas já é de costume!
O Fator Replay do jogo não é muito alto, mas depois de você termina-lo, a vontade de destruir tudo com os poderes de Alex, é a única coisa que vale a pena!


E o veredito é:

Prototype: Jogo em terceira pessoa resultado de uma soma entre 2 títulos lançados para plataforma. Destruição ao extremo é o que você vai encontrar. Muita ação sem muita originalidade, porém para aqueles que gostam do gênero, é um prato cheio! Porém, um game que recomendo!

Graficos: 7,5
Jogabilidade: 8,0
Som: 9,0
Enredo: 7,0
Replay: 7,0

Média: 7,7

Achievements em: http://www.xbox360achievements.org/game/prototype/achievements/